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Salão de La Revue de Vin de France em breve no Brasil?

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La Revue de Vin de France é uma publicação exclusiva sobre vinhos. A maior da França em termos de tiragem e, também, a mais antiga (foi lançada em 1927). O título, que hoje faz parte do Grupo Marie Claire, além da publicação mensal, também possui semanários junto ao jornal Le Monde, alguns guias como: “Os melhores vinhos da França” e “Os melhores vinhos por menos de € 20” e, ainda, promove anualmente, um salão (Le Salon du Vin de La Revue de Vin de France) que está, hoje, em sua 6ª edição.

A edição deste ano aconteceu nos últimos dias 2 e 3 de junho, no magnífico prédio da Bolsa de Valores de Paris, e contou com um público de 12.000 visitantes (um recorde do evento) e mais de 120 produtores. Durante 2 dias, e por apenas € 25, você pode degustar desde os grandes vinhos e Champagnes da França e muitos vinhos do mundo.

RENDEZVOUS esteve lá para conferir este fantástico encontro entre produtores e amantes do vinho e entrevistou Denis SAVEROT (Diretor de Redação) e Philippe MAURANGE (Crítico e Redator), que nos contou a grande novidade! Em breve, teremos o Salão no Brasil!!!!

Bordeaux Primeurs 2011 : Margaux no Château Marquis de Terme

Margaux é a maior entre seis apelações comunais do Médoc (Saint-Estèphe, Pauillac, Saint-Julien, Moulis-en-Médoc, Listrac-Médoc e Margaux), mas contraditoriamente, não se limita a uma só municipalidade, e se estende sobre cinco comunas: Margaux, Soussans, Arsac, Labarde e Cantenac.

Os vinhos de Margaux estão entre os mais desejados do mundo, talvez por sua frequente associação a uma feminilidade – volúpia, delicadeza, charme, sutileza… são alguns adjetivos repetidamente utilizados para descrever um Margaux – ou simplesmente porque são extraordinários. O fato é que os Margaux tem realmente algo de especial.

Bordeaux Primeurs 2011: Graves e Pessac-Léognan no Château de Fieuzal

Os apaixonados sabem de coer a classificão dos Grand Crus de 1855 dos vinhos do Medoc, porém, a maioria desconsidera a classificação dos Grand Crus de Graves, que é bem mais recente, originalmente datando de 1953, ela foi extendida em 1959, e finalmente em  1987 foi oficializada a OAC Pessac-Léognan, uma espécie de ‘filet mignon’ reagrupando todos os Grands Crus Classés des Graves, inclusive o mistico Château Haut-Brion.

Imediatamente ao sul da região metropolitana bordolesa – tendo alguns dos Châteaux incrustrados dento das cidades, resultado de anos de urbanização –  os Crus Classés de Graves devem seu nome aos pequeninos seixos rolados de cor clara (graviers:  solo de cascalho em francês), arrancados do Pirenéus, e depositados pelo Rio Garona (la Garonne, um afluente do Gironda que nasce nos Pirenéus espanhois), ao longo das eras geologicas terciaria e quaternaria. Juntos com esses cascalhos a natureza também trouce areia e silex, para compor esse mil-folhas que faz o terroir de Graves.

Bordeaux Primeurs 2011: Saint-Julien, Pauillac e Saint-Estèphe no Château Lagrange

O Château Lagrange acolheu os profissionais para a apresentação das apelações Saint-Julien, Pauillac e Saint-Estèphe (algumas das mais prestigiosas de Bordeaux). Nenhum esforço foi poupado para que os visitantes pudessem degustar os vinhos nas melhores condições, a começar pela sala das barricas (chais) que foi parcialmente liberada e coberta por carpete vermelho para se transformar em espaço de degustação, e de um impecável restaurante onde a refeição foi servida. No entanto, apesar do espaço previsto, essa concentração de châteaux místicos fez com que o evento fosse muito concorrido (para se ter uma idéia, entre 3500 e 4000 profissionais visitaram o Chatêau Lagrange e aproximadamente 1500 refeições foram servidas durante os três dias de evento) o que causou certo “congestionamento” de visitantes.